Líder mundial em soluções inovadoras e sustentáveis para pisos e superfícies esportivas, a desenvolve um portfólio pensado para atender os grandes desafios dos ambientes de saúde atuais, combinando tecnologia, segurança, durabilidade e design.
Mais do que atender especificações técnicas, a marca acredita que o piso faz parte ativa da experiência de pacientes, profissionais e visitantes, contribuindo para espaços mais acolhedores, seguros e eficientes, sem abrir mão da performance operacional.
Esse olhar está no centro do posicionamento Design Humano-Consciente®, que integra soluções alinhadas às necessidades das pessoas, promovendo bem-estar, funcionalidade e sustentabilidade em cada projeto.
No contexto da saúde, cada decisão de projeto impacta diretamente tanto a experiência de cuidado quanto a eficiência operacional dos ambientes. E o piso exerce um papel essencial nesse cenário.
Mais do que atender normas e regulamentações técnicas, é necessário desenvolver soluções que ofereçam durabilidade, facilidade de limpeza, resistência ao tráfego intenso e ao uso frequente de desinfetantes, além de proporcionar conforto termoacústico e contribuir para a qualidade do ar interno.
Os ambientes também precisam estar preparados para acolher diferentes perfis de usuários, incluindo a neurodiversidade. Por isso, cores, texturas, iluminação e estímulos visuais devem ser pensados de forma estratégica para criar espaços mais confortáveis, seguros e intuitivos, reduzindo excessos sensoriais e promovendo bem-estar para pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde.
O portfólio de alta performance da traduz esse equilíbrio entre tecnologia, funcionalidade, humanização e sustentabilidade em soluções desenvolvidas para os desafios da saúde contemporânea:
Linha Eclipse Premium – Pisos Vinílicos Mantas Cores Light Blue 21020978 e Medium Blue 21020979 –
Linha Eclipse Premium: valorizar espaços que fazem a diferença
A renova a linha de mantas homogêneas Eclipse Premium, trazendo uma nova tecnologia de superfície, Premium Pro. Ela consiste em uma camada protetora robusta desenvolvida para áreas de alto tráfego, com resistência aprimorada a manchas, riscos e produtos químicos e manutenção facilitada pela técnica de spray buffing (técnica de polimento por aspersão que renova a camada de proteção).
A linha totaliza agora 27 opções de cores: 13 novas se somam às 14 do mix existente, compondo uma paleta que navega dos tons quentes aos frios com modernidade, frescor e vivacidade, além de contar com cordões de solda coloridos para acompanhar esse visual moderno.
Com 12 anos de garantia e fabricada na Europa com 25% de materiais reciclados na composição, a Eclipse Premium atende aos requisitos essenciais do mercado, sendo indicada para ambientes de saúde, cuidados com idosos e projetos da área da educação.
iQ Granit – Pisos VInílicos Mantas Cores Sand (21142298) e Aqua (21142370)
Linha iQ: performance sem limites
Desenvolvida e aprimorada ao longo de décadas, a consolida o reposicionamento global da linha iQ como o que há de melhor e mais completo quando o assunto é piso vinílico homogêneo no mundo.
Fabricada na Europa, a linha foi projetada desde o princípio para equilibrar durabilidade, revolucionando a forma de conservar pisos em seu aspecto original, assim como na circularidade, seguindo os rigorosos padrões de certificação Cradle-to-Cradle® e a menor pegada de carbono do mercado (pelo menos 2,5x menor que os concorrentes).
Entre os diferenciais técnicos da linha, a restauração de superfície a seco (dry buffing) é a protagonista, sendo a única linha de pisos vinílicos do mundo que pode ser renovada sem processos abrasivos, recuperando o aspecto original sem remover o poliuretano de superfície. Isso permite que a ofereça, nesta linha, uma garantia de 20 anos e a certeza de uma rápida recuperação do investimento inicial, graças às economias geradas em processos de limpeza e manutenção mais rápidos e menos onerosos.
Pisos Vinílicos Mantas Cores Light Sand Beige (3242246); White (3242862) e Dark Blue (3242869) – Linha iQ Optima
Além da restauração de superfície, as linhas iQ possuem excelente facilidade de limpeza (comprovada pelo teste com riboflavina), controle de infecções em conformidade com a norma ISO 946/C (sem usar biocidas, ftalatos, formaldeídos e outras substâncias potencialmente tóxicas na composição) e desempenho termoacústico superior.
No Brasil, o portfólio iQ é representado pelas linhas Optima, Granit, Eminent e Surface, além da iQ Toro SC, solução condutiva indicada para ambientes que exigem controle de descargas eletrostáticas, como centros cirúrgicos e laboratórios. Um portfólio abrangente, variado em designs e possibilidades.
Destaque especial para a iQ Granit: cores selecionadas da linha foram avaliadas e classificadas pelo Centro de Desenvolvimento de Serviços para Demência (DSDC) da Universidade de Stirling, no Reino Unido.
Coleção Safetred Universal: proteção reforçada contra o escorregamento
Integrando a oferta de mantas heterogêneas da Linha Decode, a coleção Safetred Universal também foi completamente reformulada, mas segue com um importante diferencial técnico.
Trata-se da classificação de resistência ao escorregamento R11, o que permite a especificação em ambientes com requisitos mais exigentes quanto a esse critério, como rampas e corredores de acesso.
Fabricada na França e com garantia de 10 anos, a coleção passa a contar com o tratamento de superfície Tektanium, que garante proteção reforçada contra impactos, manchas e tráfego, além de facilitar a limpeza graças a uma superfície menos porosa. A paleta inclui 3 cores neutras em gradientes de cinza, para integração discreta ao projeto arquitetônico.
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, Lixo hospitalar: como fazer a coleta e descarte de cada tipo, , Dicas de Limpeza, Higiene e Limpeza, 21/05/2026,
Lixo hospitalar: como fazer a coleta e descarte de cada tipo
, Descubra os tipos de lixo hospitalar, as cores dos sacos e garanta o descarte correto no seu hospital com os produtos da !,
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Devido à natureza complexa dos procedimentos médicos, laboratoriais e cirúrgicos, hospitais e clínicas são geradores de uma quantidade significativa de resíduos perigosos. O manejo adequado do lixo hospitalar é uma das linhas de defesa mais críticas contra a propagação de infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS). Isso porque ela protege a vida dos pacientes, da equipe médica, dos profissionais de higienização e, em última instância, da comunidade e do meio ambiente.
Estruturar um fluxo para a mitigação de riscos é um desafio diário, que envolve seguir regulamentações rigorosas, como as diretrizes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e garantir que a equipe possua o conhecimento e as ferramentas adequadas para operar com segurança.
Neste artigo, vamos explicar a fundo o que dizem as normas sobre o recolhimento e a destinação de resíduos de saúde, detalhando as melhores práticas e revelando como a escolha de equipamentos de ponta pode transformar a eficiência e a segurança da sua instituição!
O que é lixo hospitalar e por que a gestão é essencial?
Afinal, o que é lixo hospitalar do ponto de vista técnico e legal? Oficialmente conhecido como Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), trata-se de todos os resíduos resultantes de atividades exercidas por hospitais, clínicas médicas e odontológicas, laboratórios de análises clínicas, necrotérios, bancos de sangue, clínicas veterinárias e até estúdios de tatuagem.
A gestão rigorosa desse material é essencial por uma série de motivos:
Prevenção de contaminações cruzadas: muitos desses resíduos contêm altas cargas de vírus, bactérias e fungos, que, ao entrarem em contato com superfícies ou com a pele desprotegida, podem iniciar surtos de doenças graves dentro e fora do hospital.
Segurança ocupacional: profissionais de limpeza, enfermeiros e coletores de lixo estão na linha de frente. O manejo incorreto é a principal causa de acidentes ocupacionais, como perfurações com agulhas contaminadas.
Proteção ambiental: resíduos químicos e radioativos mal descartados podem contaminar o solo, os lençóis freáticos e a água potável de comunidades inteiras.
Conformidade regulatória: o descumprimento das normas da Anvisa (como a RDC 222/2018) e do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) resulta em multas altíssimas, interdição de setores e severos danos à reputação da instituição de saúde.
Leia também: Segurança hospitalar: o que é, pilares e importância
Classificação e tipos de lixo hospitalar
O primeiro passo para a conformidade é entender perfeitamente a classificação dos lixos hospitalares.
A Anvisa categoriza esses resíduos em cinco grandes grupos (A, B, C, D e E), baseando-se no tipo de risco que cada um oferece. Compreender os tipos de lixo hospitalar é o que determina qual recipiente usar, qual rota o lixo deve seguir e qual será o seu tratamento final.
Grupo A (infectantes)
Este é o grupo que apresenta risco biológico direto, pois contém a possível presença de agentes biológicos que podem apresentar risco de infecção. É o lixo que teve contato direto com fluidos corporais de pacientes.
Exemplos: gazes, gazes sujas de sangue, algodões, luvas de procedimento utilizadas, bolsas de transfusão de sangue, restos de tecidos humanos, órgãos, placentas, peças anatômicas, meios de cultura de laboratórios e vacinas de microrganismos vivos vencidas.
Tratamento: a maioria desses resíduos precisa passar por um processo de esterilização (como a autoclavagem ou incineração) antes de ser enviada para um aterro sanitário licenciado.
Grupo B (químicos)
Os resíduos do Grupo B contêm substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.
Exemplos: medicamentos vencidos, apreendidos ou não utilizados, reagentes de laboratório, resíduos de saneantes e desinfetantes concentrados, reveladores de raio-X e quimioterápicos.
Tratamento: geralmente devem ser devolvidos ao fabricante (logística reversa) ou encaminhados para aterros de resíduos perigosos (Classe I) e incineração específica, nunca podendo ser descartados na rede de esgoto comum.
Grupo C (radioativos)
Trata-se de qualquer material resultante de laboratórios de pesquisa ou de procedimentos de medicina nuclear e radioterapia que contenha radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de isenção especificados pelas normas.
Exemplos: restos de exames de medicina nuclear, agulhas e seringas usadas em procedimentos com material radioativo, roupas de proteção contaminadas.
Tratamento: devem ser armazenados em recipientes blindados (geralmente caixas de chumbo) em salas de decaimento até que a radioatividade atinja níveis seguros para descarte como lixo comum ou infectante.
Grupo D (comuns)
São os resíduos que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares. Embora pareçam inofensivos, representam o maior volume gerado por um hospital e requerem logística eficiente.
Exemplos: papel de escritório, sobras de alimentos do refeitório, copos plásticos, embalagens de papelão de medicamentos (sem contato com o remédio), gesso, fraldas (de pacientes sem infecção comprovada) e papel toalha dos banheiros.
Tratamento: podem ser direcionados à coleta pública municipal e à reciclagem, desde que segregados adequadamente.
Grupo E (perfurocortantes)
Este grupo inclui materiais que podem perfurar ou cortar, sendo os maiores causadores de acidentes de trabalho nas instituições de saúde. Devido à sua natureza, oferecem risco biológico associado ao trauma físico.
Exemplos: agulhas, lâminas de bisturi, ampolas de vidro, brocas, limas endodônticas, espátulas e tubos capilares.
Tratamento: devem ser descartados em recipientes rígidos, estanques, resistentes à perfuração e com tampa inviolável, sendo posteriormente tratados como resíduos infectantes.
Cores de sacos para lixo hospitalar
O processo de triagem e condicionamento é amplamente visual em um ambiente de ritmo acelerado. Por isso, a Anvisa e o Conama estabelecem um padrão rigoroso de cores de sacos para lixo hospitalar e símbolos. Isso garante que qualquer profissional, desde a enfermagem até a coleta externa, identifique imediatamente o risco contido naquele invólucro.
Saco branco leitoso: utilizado exclusivamente para os resíduos do Grupo A (infectantes). Estes sacos devem, obrigatoriamente, conter o símbolo internacional de risco biológico estampado em sua face externa. Eles precisam ser extremamente resistentes a rasgos para evitar o vazamento de fluidos.
Sacos coloridos (preto, verde, marrom, azul): destinados aos resíduos do grupo D (comuns e recicláveis). Seguem a padronização do Conama para coleta seletiva (ex: azul para papel, vermelho para plástico, preto para lixo orgânico/rejeitos comuns). O uso correto desses sacos reduz drasticamente os custos do hospital com incineração, já que evita que lixo comum seja tratado equivocadamente como lixo perigoso.
Saco laranja ou translúcido: em algumas normativas estaduais e protocolos específicos, sacos laranjas podem ser utilizados para resíduos do grupo A que não necessitam de tratamento prévio antes da disposição final, ou em fluxos de isolamento. Contudo, o branco leitoso é o padrão para infectantes.
Caixas rígidas amarelas: embora não sejam sacos, as famosas caixas amarelas (descartex) com o símbolo de risco biológico são o padrão nacional e obrigatório para o descarte de resíduos do grupo E (perfurocortantes).
Recipientes e tambores específicos: para o grupo B (químicos), não é usado um saco plástico simples. O descarte deve ser feito em bombonas ou recipientes rígidos compatíveis com a substância química, rotulados com a matriz de risco (tóxico, corrosivo, etc.).
Passo a passo para o descarte correto do lixo hospitalar
O descarte correto do lixo hospitalar exige o cumprimento de um fluxo contínuo e monitorado (o chamado Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde – PGRSS).
A operação pode ser resumida nas seguintes etapas obrigatórias:
Segregação na fonte: é a etapa mais crítica. O resíduo deve ser separado no exato momento e local de sua geração (ex: beira do leito, sala de cirurgia, laboratório). Misturar um algodão infectado (grupo A) com uma caixa de papelão (grupo D) transforma toda a caixa em resíduo perigoso, multiplicando os custos de tratamento.
Acondicionamento: utilização dos sacos, lixeiras e caixas de perfurocortantes corretos, respeitando o limite de dois terços (2/3) da capacidade do recipiente para garantir que ele possa ser fechado de forma segura sem risco de estourar.
Identificação: todos os sacos e recipientes devem estar clara e visivelmente identificados com os símbolos de risco correspondentes, nome do setor gerador e data.
Transporte interno: deve ser realizado em horários de menor fluxo de pessoas, em rotas pré-definidas (separadas do fluxo de pacientes limpos e alimentação). A equipe de higienização deve estar munida de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados e utilizar carros funcionais de coleta exclusivos e fechados.
Armazenamento temporário e externo: os sacos recolhidos são levados para abrigos temporários nos andares e, posteriormente, para o abrigo externo do hospital (um local isolado, lavável, ventilado e com acesso restrito), onde aguardam a coleta.
Coleta e disposição final: empresas terceirizadas, rigorosamente licenciadas pelos órgãos ambientais, recolhem os resíduos e dão o tratamento adequado (autoclavagem, incineração ou aterro sanitário especial).
Leia também: Guia profissional de higiene e biossegurança hospitalar
Produtos para o manejo seguro de resíduos
Para que o seu hospital cumpra todas as exigências do PGRSS e da Anvisa, garantindo um ambiente blindado contra contaminações, fornecer ferramentas de alta performance para a sua equipe é imprescindível.
Veja como nossas soluções são decisivas:
Sacos de lixo nas normas corretas
Um saco de lixo hospitalar fácil de romper durante o transporte é o início de um desastre biológico e operacional. Os Sacos para Lixo SuperPro tem fundo reforçado e garantem mais resistência e segurança ao usuário. Isso evita excesso de pressão nas laterais, distribuindo melhor os resíduos dentro do saco. Nosso portfólio atende a toda a complexidade e volume da área de saúde.
Temos o Saco Para Lixo 150L Almofada, que é resistente e reforçado para o recolhimento de resíduos. Essa linha apresenta opções com diferentes resistências: leve 15kg, médio 20kg e reforçado 25kg.
Esses sacos previnem qualquer tipo de vazamento e oferecem tranquilidade total para a equipe que opera na linha de frente da limpeza terminal e concorrente em UTIs e centros cirúrgicos.
Lixeiras de pedal
No ambiente clínico, as mãos salvam vidas, mas também são os principais vetores de transmissão de patógenos. Por esse motivo, é estritamente proibido que as lixeiras de áreas de assistência à saúde tenham acionamento manual. O contato da luva do profissional com a tampa da lixeira inviabiliza a assepsia do ambiente.
Para atender a essa demanda com excelência e padronização visual, indicamos a nossa Lixeira com Pedal Branca 15L, 30L, 50L, 80L ou 100L.
Esta lixeira branca com acionamento da tampa pelo pedal é indicada principalmente para as áreas hospitalar e de restaurantes. Com estrutura robusta e design de fácil higienização, ela garante durabilidade mesmo frente ao uso intensivo de hospitais de grande porte.
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Carros de coleta
O transporte manual de sacos de lixo pesados e potencialmente perigosos pelos corredores de um hospital, além de ser proibido, causa severos danos ergonômicos ao trabalhador e aumenta o risco de contato do resíduo com a farda.
Nossos Carros Funcionais foram desenvolvidos para otimizar a produtividade e eficiência da higienização de diferentes ambientes, e possuem espaços para todo o tipo de equipamento.
O nosso Carro Funcional com Bolsa, por exemplo, conta com uma bolsa com fecho de zíper, capacidade de 60L que facilita a remoção do material. Isso significa que a sua equipe de higienização pode transitar pelas enfermarias transportando os resíduos (com as bolsas devidamente isoladas) ao mesmo tempo em que leva todos os seus químicos e mops, eliminando idas e vindas desnecessárias à sala de utilidades e garantindo que o transporte do lixo seja selado, rápido e invisível aos pacientes.
Tenha mais segurança no descarte com a
Implementar a gestão e o descarte correto de resíduos de saúde é um atestado de respeito à vida humana e ao meio ambiente. Erros nessa etapa custam caro não apenas financeiramente, mas na segurança de todos que circulam pelo seu hospital.
Por isso, contar com um parceiro cuja missão é oferecer uma linha completa de produtos para limpeza e higienização profissional de alto desempenho é o caminho mais seguro para a excelência em facilities.
Eleve os padrões do seu gerenciamento de resíduos, proteja sua equipe e afaste os riscos de autuação da Vigilância Sanitária com a confiabilidade e tecnologia embarcada das soluções .
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