Há quem pense que comprar os produtos de limpeza mais baratos da prateleira do supermercado é a melhor forma de economizar, mas, não é bem assim.
Para que a economia seja de verdade, ela deve estar acompanhada de outras características, como: eficiência, segurança e otimização do tempo. Em outras palavras, economia só é economia quando o custo-benefício vale a pena.
Pensando nisso, criamos esse texto para te ajudar a economizar com produtos de limpeza e, consequentemente, reduzir gastos financeiros em apenas 6 passos. Confira!
Use os produtos certos
Pode parecer óbvio, mas é necessário relembrar: você não precisa de muitos produtos para limpar a casa. Você precisa dos produtos certos!
Com um multiuso, um desinfetante, um desengordurante, um limpa pisos e um lava louças a despensa da sua casa já estará devidamente abastecida.
Comprar um produto “específico” para cada superfície não só te fará gastar mais dinheiro, como também gerar resíduos desnecessários no meio ambiente.
Leia os rótulos das embalagens e indicações do fabricante
Ler os rótulos das embalagens e respeitar as orientações de uso indicadas pelo fabricante são dois passos indispensáveis para quem busca otimizar o tempo e, principalmente, economizar dinheiro e produto.
Por isso, não se esqueça! Quando for fazer a faxina na casa ou adquirir um novo produto, leia as instruções do rótulo e use apenas a quantidade recomendada.
Borrifadores são essenciais para economizar
Quando se trata de economizar em produtos de limpeza, os borrifadores são ótimos aliados, pois, além de pulverizarem o líquido de forma homogênea, contribuem com o uso racional e econômico do produto.
Dica: para uma limpeza de casa mais sustentável, opte por borrifadores permanentes e contribua com a redução do consumo de plástico de uso único.
Você sabia que ao criar uma rotina de limpeza da casa fica muito mais fácil economizar? Isso porque ao manter os ambientes organizados e limpos, menos acúmulo é gerado.
Por exemplo, se você limpar o fogão logo após o uso, eliminar a gordura e os resquícios de alimentos será mais simples e rápido do que se você deixar a limpeza para outro dia.
O mesmo exemplo se aplica para restos de comida e manchas de bebidas em outros eletrodomésticos, como geladeira e micro-ondas.
Em resumo: quanto mais a limpeza da casa for conservada, menos tempo, esforço e produto serão necessários no dia da faxina geral.
Economize água
Ao limpar a casa, além de economizar na compra dos produtos de limpeza, você também pode economizar no valor pago na conta de água.
Por isso, adote o uso consciente da água ao fazer a faxina e, sempre que possível, reutilize a água da máquina de lavar para limpar quintais, garagens e calçadas.
Adicionalmente, prefira lavar a roupa quando houver um maior volume de peças – respeitando o limite do eletrodoméstico. Dessa forma, ao não utilizar a máquina para lavar poucas roupas, você economiza água, energia elétrica e produto.
Dê preferência aos produtos concentrados de limpeza
Para economizar em produtos de limpeza, prefira as versões concentradas.
Além de renderem mais, por contarem apenas com os princípios ativos em sua composição, essa categoria de produto também faz o uso racional da água, evitando desperdícios e mitigando os impactos no meio ambiente.
Quer saber quais são os outros benefícios dos produtos concentrados? Acesse o artigo que preparamos sobre o tema e entenda o porquê eles são a opção com o melhor custo-benefício!
Líder mundial em soluções inovadoras e sustentáveis para pisos e superfícies esportivas, a desenvolve um portfólio pensado para atender os grandes desafios dos ambientes de saúde atuais, combinando tecnologia, segurança, durabilidade e design.
Mais do que atender especificações técnicas, a marca acredita que o piso faz parte ativa da experiência de pacientes, profissionais e visitantes, contribuindo para espaços mais acolhedores, seguros e eficientes, sem abrir mão da performance operacional.
Esse olhar está no centro do posicionamento Design Humano-Consciente®, que integra soluções alinhadas às necessidades das pessoas, promovendo bem-estar, funcionalidade e sustentabilidade em cada projeto.
No contexto da saúde, cada decisão de projeto impacta diretamente tanto a experiência de cuidado quanto a eficiência operacional dos ambientes. E o piso exerce um papel essencial nesse cenário.
Mais do que atender normas e regulamentações técnicas, é necessário desenvolver soluções que ofereçam durabilidade, facilidade de limpeza, resistência ao tráfego intenso e ao uso frequente de desinfetantes, além de proporcionar conforto termoacústico e contribuir para a qualidade do ar interno.
Os ambientes também precisam estar preparados para acolher diferentes perfis de usuários, incluindo a neurodiversidade. Por isso, cores, texturas, iluminação e estímulos visuais devem ser pensados de forma estratégica para criar espaços mais confortáveis, seguros e intuitivos, reduzindo excessos sensoriais e promovendo bem-estar para pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde.
O portfólio de alta performance da traduz esse equilíbrio entre tecnologia, funcionalidade, humanização e sustentabilidade em soluções desenvolvidas para os desafios da saúde contemporânea:
Linha Eclipse Premium – Pisos Vinílicos Mantas Cores Light Blue 21020978 e Medium Blue 21020979 –
Linha Eclipse Premium: valorizar espaços que fazem a diferença
A renova a linha de mantas homogêneas Eclipse Premium, trazendo uma nova tecnologia de superfície, Premium Pro. Ela consiste em uma camada protetora robusta desenvolvida para áreas de alto tráfego, com resistência aprimorada a manchas, riscos e produtos químicos e manutenção facilitada pela técnica de spray buffing (técnica de polimento por aspersão que renova a camada de proteção).
A linha totaliza agora 27 opções de cores: 13 novas se somam às 14 do mix existente, compondo uma paleta que navega dos tons quentes aos frios com modernidade, frescor e vivacidade, além de contar com cordões de solda coloridos para acompanhar esse visual moderno.
Com 12 anos de garantia e fabricada na Europa com 25% de materiais reciclados na composição, a Eclipse Premium atende aos requisitos essenciais do mercado, sendo indicada para ambientes de saúde, cuidados com idosos e projetos da área da educação.
iQ Granit – Pisos VInílicos Mantas Cores Sand (21142298) e Aqua (21142370)
Linha iQ: performance sem limites
Desenvolvida e aprimorada ao longo de décadas, a consolida o reposicionamento global da linha iQ como o que há de melhor e mais completo quando o assunto é piso vinílico homogêneo no mundo.
Fabricada na Europa, a linha foi projetada desde o princípio para equilibrar durabilidade, revolucionando a forma de conservar pisos em seu aspecto original, assim como na circularidade, seguindo os rigorosos padrões de certificação Cradle-to-Cradle® e a menor pegada de carbono do mercado (pelo menos 2,5x menor que os concorrentes).
Entre os diferenciais técnicos da linha, a restauração de superfície a seco (dry buffing) é a protagonista, sendo a única linha de pisos vinílicos do mundo que pode ser renovada sem processos abrasivos, recuperando o aspecto original sem remover o poliuretano de superfície. Isso permite que a ofereça, nesta linha, uma garantia de 20 anos e a certeza de uma rápida recuperação do investimento inicial, graças às economias geradas em processos de limpeza e manutenção mais rápidos e menos onerosos.
Pisos Vinílicos Mantas Cores Light Sand Beige (3242246); White (3242862) e Dark Blue (3242869) – Linha iQ Optima
Além da restauração de superfície, as linhas iQ possuem excelente facilidade de limpeza (comprovada pelo teste com riboflavina), controle de infecções em conformidade com a norma ISO 946/C (sem usar biocidas, ftalatos, formaldeídos e outras substâncias potencialmente tóxicas na composição) e desempenho termoacústico superior.
No Brasil, o portfólio iQ é representado pelas linhas Optima, Granit, Eminent e Surface, além da iQ Toro SC, solução condutiva indicada para ambientes que exigem controle de descargas eletrostáticas, como centros cirúrgicos e laboratórios. Um portfólio abrangente, variado em designs e possibilidades.
Destaque especial para a iQ Granit: cores selecionadas da linha foram avaliadas e classificadas pelo Centro de Desenvolvimento de Serviços para Demência (DSDC) da Universidade de Stirling, no Reino Unido.
Coleção Safetred Universal: proteção reforçada contra o escorregamento
Integrando a oferta de mantas heterogêneas da Linha Decode, a coleção Safetred Universal também foi completamente reformulada, mas segue com um importante diferencial técnico.
Trata-se da classificação de resistência ao escorregamento R11, o que permite a especificação em ambientes com requisitos mais exigentes quanto a esse critério, como rampas e corredores de acesso.
Fabricada na França e com garantia de 10 anos, a coleção passa a contar com o tratamento de superfície Tektanium, que garante proteção reforçada contra impactos, manchas e tráfego, além de facilitar a limpeza graças a uma superfície menos porosa. A paleta inclui 3 cores neutras em gradientes de cinza, para integração discreta ao projeto arquitetônico.
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Reconhecido como um dos pisos vinílicos mais tradicionais do mundo, o Paviflex® atravessa décadas como uma solução confiável para projetos de alto tráfego.
Agora, a apresenta ao mercado uma nova fase desse clássico com a evolução da linha Paviflex® Natural — um movimento que atualiza atributos já consagrados à luz dos padrões globais de qualidade, sustentabilidade e bem-estar.
Fabricado na Europa desde a década de1940 e presente no Brasil desde os anos 1960, com forte presença em projetos emblemáticos como os edifícios de Brasília, o Paviflex consolidou sua reputação como um piso resiliente, funcional e versátil.
Ao longo do tempo, tornou-se uma escolha recorrente em projetos como escritórios, escolas, hospitais e grandes áreas de circulação, onde desempenho e durabilidade são indispensáveis. Agora, essa trajetória ganha um novo capítulo.
Agora produzido pela no México, o Paviflex® Natural evolui para atender às exigências contemporâneas da arquitetura e da construção, sem abrir mão das características que o tornaram referência no mercado. O resultado é um produto que combina tradição e inovação em uma proposta alinhada aos desafios atuais dos espaços.
Evolução com qualidade
Desenvolvido para ambientes comerciais de alto tráfego, o novo Paviflex® Natural mantém sua essência como um piso vinílicohomogêneo do tipo VCT, reconhecido pela resistência e pela praticidade.
A estrutura do material, composta por uma massa única, garante elevada durabilidade e desempenho consistente ao longo do tempo, mesmo sob uso intenso. Entre os principais diferenciais, destacam-se a facilidade de manutenção e a possibilidade de reposição de placas, o que contribui para a longevidade do revestimento e otimização de custos operacionais. A linha também conta com uma garantia contra defeitos de fábrica de 7 anos, reforçando a confiabilidade de um produto já consolidado.
A paleta do Paviflex também evolui. A nova geração traz uma cartela de cores atualizada, ampliando as possibilidades de paginação e permitindo composições mais dinâmicas e criativas em projetos. A modularidade segue como um dos pontos fortes do produto, oferecendo liberdade para personalização dos espaços.
A evolução da linha Paviflex® Natural está diretamente conectada ao conceito Design Humano-Consciente®, que orienta o desenvolvimento de soluções focadas no bem-estar e na saúde das pessoas, bem como a preservação do planeta.
Nesse contexto, o produto apresenta níveis ultrabaixos de emissão de Compostos Orgânicos Voláteis (COVs), contribuindo para a qualidade do ar interno — um aspecto cada vez mais relevante, considerando que a maior parte do tempo é passada em ambientes fechados. Além disso, é livre de ftalatos, incluindo o conteúdo reciclado utilizado em sua composição.
Os avanços também se refletem nos processos produtivos. Atualmente, 68% das matérias-primas utilizadas não contribuem para a escassez de recursos naturais, enquanto 27% da energia empregada na fabricação provém de fontes renováveis, como biomassa, energia geotérmica e solar. Esses indicadores reforçam o compromisso da com a economia circular e a redução de sua pegada de carbono.
Peça fundamental na sala de casa, o sofá é um item que representa conforto e descanso para muitos moradores. Mas, quando o assunto é limpeza, você sabe como manter o seu sofá limpo e bem cuidado?
Confira o blog que preparamos para você e conheça algumas dicas essenciais para cuidar melhor do tecido do sofá da sua casa e evitar desgastes ou manchas.
Verifique a etiqueta.
Seu sofá tem capa? Então, limpá-lo será simples. Remova a capa e lave-a diretamente na máquina de lavar, no ciclo delicado e sem água quente – para não danificar, desgastar ou encolher o tecido.
Para a lavagem, utilize o Lava Roupas DF Limpezas, um produto 100% natural que dispensa o uso de amaciantes, garante maciez aos tecidos, tem melhor retenção das cores das fibras e reduz a formação de dobras e vincos.
Seu sofá não tem capa? Não se preocupe! É possível limpar o estofado com produtos naturais.
O primeiro passo para alcançar o objetivo de ter um sofá limpo é verificar a etiqueta e comprovar qual é o tipo de material do acabamento. Desta forma, será possível identificar se há instruções específicas de limpeza e, se sim, segui-las.
Em outras palavras, conhecer as informações da etiqueta garantirá uma limpeza mais eficiente e evitará que você danifique o móvel. Então, já sabe, antes de mais nada, busque a etiqueta do seu sofá!
Caso seu sofá já não tenha mais a etiqueta, verifique as instruções no site do fabricante.
Conte com o aspirador de pó.
Muitas das sujeiras no sofá, como migalhas de comidas e pelos de animais de estimação, podem ser eliminadas com o simples hábito de utilizar o aspirador de pó no móvel.
Por isso, não se esqueça! Para um sofá limpo, utilize semanalmente o aspirador no estofado e evite que a sujidade se acumule. A limpeza de manutenção é o melhor caminho!
E, claro, se possível remova os assentos e aspire-os individualmente, dando uma atenção especial as laterais.
Manchou? Limpe o quanto antes!
Para evitar que as manchas se tornem uma dor de cabeça, a regra é clara: manchou, limpou.
Quanto antes o tecido do sofá for limpo, mais fácil e rápido será eliminar as manchas.
Nesse sentido, para a limpeza, utilize um pano umedecido com Multiuso DF Limpezas e, em movimentos circulares, esfregue a superfície suja.
Em caso de manchas de gordura ou óleo, umedeça o pano com o Limpeza Pesada Desengordurante DF Limpezas.
Atenção: para um sofá limpo e bem cuidado nunca utilize escovas para esfregar as manchas, apenas esponjas ou panos macios!
Elimine maus odores.
Seu sofá está com um cheiro desagradável? Borrife um pouco do Desinfetante DF Limpezas em um pano de microfibra e passe por toda a extensão do móvel.
Além de eliminar os maus odores, o Desinfetante DF Limpezas — primeiro desinfetante natural reconhecido pela Anvisa — é altamente eficiente no combate de fungos e bactérias. Um cuidado a mais com a saúde do seu lar!
Sofá limpo? Não se esqueça das almofadas!
Não podemos falar de sofá limpo e esquecer das almofadas, verdade?
Para limpar estes itens decorativos, remova primeiro a capa de proteção e, em seguida, lave as almofadas na máquina de lavar.
Para capas delicadas, vale lavar os tecidos à mão, utilizando um pouco do Lava Roupas DF Limpezas diluído em água.
Por fim, deixe as capas e as almofadas secarem na sombra, em um espaço com boa ventilação.
Lembre-se: em caso de pessoas alérgicas vivendo na casa, além de manter o sofá limpo, é aconselhável reduzir o número de almofadas ou utilizar capas hipoalergênicas, evitando assim a proliferação de ácaros.
Por falar em alergia, temos um blog com 10 dicas de limpeza de casa essenciais para pessoas alérgicas. Vale a pena conferir!
Matéria-prima para a fabricação de diferentes produtos, o plástico é atualmente um dos maiores vilões quando o assunto é poluição e degradação do meio ambiente, dado sua composição e o tempo que tarda para decompor-se – cerca de 450 anos.
Confira o artigo que preparamos e conheça as origens deste material e quais seus principais impactos no ecossistema!
Qual a origem do plástico?
Antes de chegar ao plástico como conhecemos hoje em dia, este material passou por diferentes etapas. Em 1839, Charles Goodyear patenteou a vulcanização, um processo químico que modificou as propriedades da borracha e ficou conhecido como o primeiro polímero da história – originando, posteriormente, as rodas dos carros.
Tempo depois, em 1855, o químico inglês Alexander Parkes patenteou a Parkesina, uma substância tida como o primeiro plástico sintético produzido pelo homem.
Mas foi no começo do século XX quando surgiram os primeiros exemplares de plásticos semelhantes aos da atualidade. Em 1907, Leo Baekeland inventou a “baquelite”, uma resina sintética com propriedades isolantes e altamente resistente ao calor. Na época, o invento foi utilizado em itens como: rádios, interruptores, material de cozinha e brinquedos.
Por fim, em 1926, Waldo Semon criou o PVC tal como conhecemos. Utilizado em tubos, revestimento de cabos elétricos, janelas, mangueiras, roupas e afins, trata-se de um dos polímeros de plástico mais consumidos no mundo.
Qual a composição do plástico?
Os plásticos são originados de moléculas chamadas polímeros que, por sua vez, são produzidas a partir de derivados do petróleo e de resinas vegetais, como a celulose. Adicionalmente, para a obtenção de determinadas características, como flexibilidade ou resistência, outros aditivos químicos costumam ser acrescentados à fórmula.
Além do PVC, existem outros tipos de plástico, a exemplo:
Polietileno (ex: sacolas);
Poliestireno (ex: isopor);
Polipropileno (ex: tampas de refrigerantes);
Poliamida (ex: nylon);
Polimetilmetacrilato (ex: bandejas de acrílico).
Impactos no meio ambiente
Anualmente cerca de 11 toneladas de lixo plástico chegam aos oceanos, contaminando todo o ecossistema e comprometendo o desenvolvimento da vida de espécies da fauna e flora. Estima-se que até 2050 haverá mais plásticos nos mares que peixes. Um verdadeiro alerta!
No entanto, não se trata apenas da vida marítima, já que estudos comprovam que o plástico que descartamos diariamente volta para nós nos alimentos, uma vez que os animais, ao se alimentarem dos microplásticos, transferem as partículas na cadeia alimentar.
Seja aqueles descartados em água ou em solo, o plástico demora mais de 4 séculos para se decompor. Em outras palavras, as embalagens que usamos hoje, seguirão no planeta, ao menos, pelas próximas 4 gerações.
A solução? Reduzir, reutilizar e reciclar. No nosso blog apresentamos algumas dicas práticas sobre como diminuir o uso de plástico na rotina e evitar o plástico de uso único. Confira e nos ajude a mitigar os impactos no meio ambiente!
Forno do fogão: como fazer a limpeza de forma prática!
Para limpar o forno do fogão da sua casa abandone a falsa ideia de que é necessário usar produtos químicos altamente abrasivos e nocivos à saúde. Com o Limpeza Pesada Desengordurante DF Limpezas você dá conta do recado. Quer saber como? Confira um passo a passo completo para limpar o forno do fogão de forma totalmente natural!
Passo 1: Retire as grades e prateleiras
Atenção: antes de iniciar a limpeza, por segurança, retire o fogão da tomada e feche o registro do gás.
Para uma limpeza eficiente, remova todas as grades e prateleiras do forno do fogão. Lave-as na pia individualmente, utilizando uma bucha macia, água morna e o Lava Louças Neutro DF Limpezas. Enxágue em água corrente.
Passo 2: Remova a primeira camada de sujeira
Com um pano levemente umedecido, limpe toda a parte interior do forno do fogão, de modo a remover possíveis restos sólidos de comida grudados na superfície. Atente-se aos cantos e laterais do forno.
Passo 3: Limpe a gordura do forno
Dilua, no borrifador, uma cápsula do Limpeza Pesada Desengordurante em 500ml de água. Em seguida, borrife o produto em toda a extensão do forno do fogão, incluindo o vidro interno da porta.
Deixe o produto agir por alguns minutos e, em sequência, com uma esponja limpe o interior do eletrodoméstico, retirando toda a sujeira acumulada. Em casos de fornos muito sujos, é importante ir lavando a esponja ao longo do processo de limpeza.
Passo 4: Finalize com um pano úmido
Uma vez que a gordura e demais sujeiras foram removidas, passe um pano úmido no forno do fogão, removendo possíveis resquícios do produto ou alguma sujeirinha que passou despercebida.
Passo 5: Limpe a parte externa
Quase acabando! É hora de limpar o lado de fora do forno. Com algumas borrifadas do Limpeza Pesada e um pano limpo você já consegue eliminar a sujeira e possíveis marcas de gordura.
Caso o vidro do forno do fogão seja removível, retire-o e lave-o na pia com o auxílio de uma esponja e do Lava Louças DF Limpezas. Seque com uma flanela de microfibra ou com algumas folhas de papel toalha.
Dica extra: limpe o forno da sua cozinha semanalmente, assim menos sujeira se acumulará e será cada vez mais fácil realizar a limpeza do eletrodoméstico.
Como influenciar hábitos de limpeza em seus filhos?
Incentivar hábitos de limpeza e criar junto aos filhos uma rotina de organização dos ambientes da casa é uma grande responsabilidade por parte dos pais. No artigo de hoje a gente te conta alguns caminhos possíveis para incentivar as crianças a participarem das tarefas domésticas de uma maneira natural e consciente. Confira!
Criando hábitos de limpeza
Extremamente observadoras, as crianças costumam ser reflexo daquilo que ouvem, veem e consomem. Por isso, o primeiro passo para criar em seus filhos hábitos de limpeza é ser um exemplo a ser copiado. O que isso significa? Bom, os pais precisam ser os primeiros a levarem a sério as tarefas domésticas e a organização dos ambientes da casa, assim as crianças entenderão que fazem parte de um processo que é importante e valorizado por todos da família.
Ao mesmo tempo, é sempre importante explicar para os pequenos a importância das tarefas que desempenham, ainda que estas sejam simples. Com uma comunicação afetiva, fale sobre como os hábitos de limpeza são fundamentais para cuidar da saúde e do bem-estar. Um exemplo? Explique aos seus filhos porque é essencial que guardem os brinquedos após usá-los, não os deixando espalhados pela casa. Do mesmo modo, conte a eles que é necessário lavar com regularidade itens como ursos, carrinhos e objetos de EVA para evitar doenças e o desenvolvimento de reações alérgicas.
Tarefas por idade
Para que seus filhos adquiram hábitos de limpeza desde pequenos, você pode delegar algumas tarefas segundo a idade da criança. Dá uma olhada nas possibilidades que listamos:
3 a 5 anos: colocar a roupa suja do cesto, limpar pequenas superfícies com um pano, ajudar a lavar frutas e legumes, limpar farelos de comida após a refeição e guardar os brinquedos no local apropriado.
6 a 8 anos: aspirar o quarto, lavar a louça (sem objetos pontiagudos ou de vidro), colocar a água e a ração dos animais de estimação, separar o lixo reciclável, regar as plantas e recolher as folhas caídas.
9 a 11 anos: limpar os móveis com o auxílio de produtos de limpeza naturais, trocar a roupa de cama e a toalha de banho, secar e guardar a louça, limpar espelhos, ajudar na limpeza da calçada ou do quintal.
12 a 14 anos: colocar o lixo para fora, passar pano no chão, limpar armários e guarda-roupa, repor itens como açúcar e sal nos potes de armazenamento, preparar pequenas refeições, cuidar dos animais de estimação.
Organização, divisão e cooperação
Se você tem mais de um filho, ainda que de diferentes faixas etárias, incentive que eles se ajudem e dividam as tarefas entre si, estimulando assim a cooperação. Além disso, uma boa dica é criar um quadro de tarefas da semana, assim todos saberão quais atividades precisam ser executadas naquele determinado dia.
Não se esqueça de reforçar com constância, por meio do diálogo, os hábitos de limpeza e organização a serem seguidos na casa, utilizando uma linguagem clara e afetiva. Seja paciente e dê todo o suporte necessário aos seus filhos.
Vale lembrar que quando o assunto é influenciar hábitos de limpeza nas crianças, o processo de aprendizado deve ser sempre tido como mais importante do que a qualidade da tarefa realizada, combinado?
Produtos químicos fazem parte da nossa rotina há muito tempo. Alguns, como medicamentos, são essenciais e não poderíamos viver sem. Ainda mais no momento atual, milhões de pessoas estão em casa durante a pandemia higienizando, limpando, desinfetando e fazendo de tudo para ficar o mais longe possível de vírus e bactérias que podem trazer males a nossa saúde. No entanto, você sabia que alguns desses produtos químicos sintéticos que parecem ser úteis, podem ser perigosos para a nossa saúde, e ainda mais para a saúde dos bichanos? Pois é! Por isso, vamos discutir no blog DF Limpezas de hoje sobre os produtos de limpeza sintéticos tóxicos para os animais de estimação. Fica ligado!
Por que os pets são mais vulneráveis?
Os animais de estimação são mais vulneráveis do que os seres humanos por estarem em contato frequente com carpetes, gramados, garagens, quintais e espaços que podem abrigar produtos de limpeza sintéticos perigosos. Os animais possuem uma curiosidade natural que fazem deles ainda mais vulneráveis à perigos. A falta de consciência de produtos tóxicos tornam eles mais propensos a encontrar essas substâncias perigosas sem saber que os farão mal.
Além disso, os animais contam com metabolismos mais rápidos que o nosso e órgãos bem menores também. Isso significa que os seus corpinhos sensíveis precisam trabalhar mais para eliminar as toxinas.
Quais os produtos de limpeza sintéticos mais tóxicos aos pets?
Cloro
Também conhecido como alvejante ou água sanitária, o cloro é um produto super alcalino que representa um dos maiores perigos aos animais. Sabe por quê? O cloro em seu estado gasoso é mais denso que o ar, ou seja, ele geralmente fica no nível dos animais, perto do chão. Para os pets, que respiram mais rápido que nós, isso significa mais toxinas sendo absorvidas e em menos tempo. Contato com quantidades altas desse produto tóxico pode causar morte em pouco tempo para os animais! Além disso, o perigo é multiplicado quando se faz mistura de produtos de limpeza sintéticos, especialmente com o cloro. Nunca faça isso!
Formaldeído
O formaldeído é comumente encontrado em produtos de limpeza desinfetantes por conta de suas propriedades antibacterianas. Embora continue sendo comercializado, ele é conhecido por ser um carcinógeno em humanos e pode causar problemas sérios de saúde em animais. O seu maior perigo é nos gases que evaporam durante a limpeza, o que significa fácil contato com os humanos e com os pets. Outros nomes para o formaldeído é metileno glicol e metanol.
Amônia
A amônia é uma substância encontrada em diversos produtos de limpeza, como limpa vidros, desengordurantes, removedores, e até em fertilizantes. Outro nome comum para a amônia é o hidróxido de amônio. Mesmo estando presentes em tantos produtos, a amônia significa um risco absurdo para a nossa saúde e para a dos animais, principalmente por causar danos aos olhos, pele, estômago, ou até a morte dos bichanos, se ingerirem uma quantidade alta. A amônia pode ser absorvida de várias formas, como a inalação dos vapores ou ingestão dos produtos, já que os animais não conseguem saber o que estão bebendo.
Como substituir produtos de limpeza tóxicos?
A boa notícia é que a solução é muito fácil! DF Limpezas possui linhas de produtos de limpeza 100% naturais, que não contam com nenhuma substância perigosa aos humanos, aos animais e nem para o meio ambiente! Além disso, são hipoalergênicos, biodegradáveis, reduzindo em 2/3 o seu consumo de plástico.
Gostou? Faça parte de revolução hoje e assine DF Limpezas!
, Lixo hospitalar: como fazer a coleta e descarte de cada tipo, , Dicas de Limpeza, Higiene e Limpeza, 21/05/2026,
Lixo hospitalar: como fazer a coleta e descarte de cada tipo
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Devido à natureza complexa dos procedimentos médicos, laboratoriais e cirúrgicos, hospitais e clínicas são geradores de uma quantidade significativa de resíduos perigosos. O manejo adequado do lixo hospitalar é uma das linhas de defesa mais críticas contra a propagação de infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS). Isso porque ela protege a vida dos pacientes, da equipe médica, dos profissionais de higienização e, em última instância, da comunidade e do meio ambiente.
Estruturar um fluxo para a mitigação de riscos é um desafio diário, que envolve seguir regulamentações rigorosas, como as diretrizes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e garantir que a equipe possua o conhecimento e as ferramentas adequadas para operar com segurança.
Neste artigo, vamos explicar a fundo o que dizem as normas sobre o recolhimento e a destinação de resíduos de saúde, detalhando as melhores práticas e revelando como a escolha de equipamentos de ponta pode transformar a eficiência e a segurança da sua instituição!
O que é lixo hospitalar e por que a gestão é essencial?
Afinal, o que é lixo hospitalar do ponto de vista técnico e legal? Oficialmente conhecido como Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), trata-se de todos os resíduos resultantes de atividades exercidas por hospitais, clínicas médicas e odontológicas, laboratórios de análises clínicas, necrotérios, bancos de sangue, clínicas veterinárias e até estúdios de tatuagem.
A gestão rigorosa desse material é essencial por uma série de motivos:
Prevenção de contaminações cruzadas: muitos desses resíduos contêm altas cargas de vírus, bactérias e fungos, que, ao entrarem em contato com superfícies ou com a pele desprotegida, podem iniciar surtos de doenças graves dentro e fora do hospital.
Segurança ocupacional: profissionais de limpeza, enfermeiros e coletores de lixo estão na linha de frente. O manejo incorreto é a principal causa de acidentes ocupacionais, como perfurações com agulhas contaminadas.
Proteção ambiental: resíduos químicos e radioativos mal descartados podem contaminar o solo, os lençóis freáticos e a água potável de comunidades inteiras.
Conformidade regulatória: o descumprimento das normas da Anvisa (como a RDC 222/2018) e do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) resulta em multas altíssimas, interdição de setores e severos danos à reputação da instituição de saúde.
Leia também: Segurança hospitalar: o que é, pilares e importância
Classificação e tipos de lixo hospitalar
O primeiro passo para a conformidade é entender perfeitamente a classificação dos lixos hospitalares.
A Anvisa categoriza esses resíduos em cinco grandes grupos (A, B, C, D e E), baseando-se no tipo de risco que cada um oferece. Compreender os tipos de lixo hospitalar é o que determina qual recipiente usar, qual rota o lixo deve seguir e qual será o seu tratamento final.
Grupo A (infectantes)
Este é o grupo que apresenta risco biológico direto, pois contém a possível presença de agentes biológicos que podem apresentar risco de infecção. É o lixo que teve contato direto com fluidos corporais de pacientes.
Exemplos: gazes, gazes sujas de sangue, algodões, luvas de procedimento utilizadas, bolsas de transfusão de sangue, restos de tecidos humanos, órgãos, placentas, peças anatômicas, meios de cultura de laboratórios e vacinas de microrganismos vivos vencidas.
Tratamento: a maioria desses resíduos precisa passar por um processo de esterilização (como a autoclavagem ou incineração) antes de ser enviada para um aterro sanitário licenciado.
Grupo B (químicos)
Os resíduos do Grupo B contêm substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.
Exemplos: medicamentos vencidos, apreendidos ou não utilizados, reagentes de laboratório, resíduos de saneantes e desinfetantes concentrados, reveladores de raio-X e quimioterápicos.
Tratamento: geralmente devem ser devolvidos ao fabricante (logística reversa) ou encaminhados para aterros de resíduos perigosos (Classe I) e incineração específica, nunca podendo ser descartados na rede de esgoto comum.
Grupo C (radioativos)
Trata-se de qualquer material resultante de laboratórios de pesquisa ou de procedimentos de medicina nuclear e radioterapia que contenha radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de isenção especificados pelas normas.
Exemplos: restos de exames de medicina nuclear, agulhas e seringas usadas em procedimentos com material radioativo, roupas de proteção contaminadas.
Tratamento: devem ser armazenados em recipientes blindados (geralmente caixas de chumbo) em salas de decaimento até que a radioatividade atinja níveis seguros para descarte como lixo comum ou infectante.
Grupo D (comuns)
São os resíduos que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares. Embora pareçam inofensivos, representam o maior volume gerado por um hospital e requerem logística eficiente.
Exemplos: papel de escritório, sobras de alimentos do refeitório, copos plásticos, embalagens de papelão de medicamentos (sem contato com o remédio), gesso, fraldas (de pacientes sem infecção comprovada) e papel toalha dos banheiros.
Tratamento: podem ser direcionados à coleta pública municipal e à reciclagem, desde que segregados adequadamente.
Grupo E (perfurocortantes)
Este grupo inclui materiais que podem perfurar ou cortar, sendo os maiores causadores de acidentes de trabalho nas instituições de saúde. Devido à sua natureza, oferecem risco biológico associado ao trauma físico.
Exemplos: agulhas, lâminas de bisturi, ampolas de vidro, brocas, limas endodônticas, espátulas e tubos capilares.
Tratamento: devem ser descartados em recipientes rígidos, estanques, resistentes à perfuração e com tampa inviolável, sendo posteriormente tratados como resíduos infectantes.
Cores de sacos para lixo hospitalar
O processo de triagem e condicionamento é amplamente visual em um ambiente de ritmo acelerado. Por isso, a Anvisa e o Conama estabelecem um padrão rigoroso de cores de sacos para lixo hospitalar e símbolos. Isso garante que qualquer profissional, desde a enfermagem até a coleta externa, identifique imediatamente o risco contido naquele invólucro.
Saco branco leitoso: utilizado exclusivamente para os resíduos do Grupo A (infectantes). Estes sacos devem, obrigatoriamente, conter o símbolo internacional de risco biológico estampado em sua face externa. Eles precisam ser extremamente resistentes a rasgos para evitar o vazamento de fluidos.
Sacos coloridos (preto, verde, marrom, azul): destinados aos resíduos do grupo D (comuns e recicláveis). Seguem a padronização do Conama para coleta seletiva (ex: azul para papel, vermelho para plástico, preto para lixo orgânico/rejeitos comuns). O uso correto desses sacos reduz drasticamente os custos do hospital com incineração, já que evita que lixo comum seja tratado equivocadamente como lixo perigoso.
Saco laranja ou translúcido: em algumas normativas estaduais e protocolos específicos, sacos laranjas podem ser utilizados para resíduos do grupo A que não necessitam de tratamento prévio antes da disposição final, ou em fluxos de isolamento. Contudo, o branco leitoso é o padrão para infectantes.
Caixas rígidas amarelas: embora não sejam sacos, as famosas caixas amarelas (descartex) com o símbolo de risco biológico são o padrão nacional e obrigatório para o descarte de resíduos do grupo E (perfurocortantes).
Recipientes e tambores específicos: para o grupo B (químicos), não é usado um saco plástico simples. O descarte deve ser feito em bombonas ou recipientes rígidos compatíveis com a substância química, rotulados com a matriz de risco (tóxico, corrosivo, etc.).
Passo a passo para o descarte correto do lixo hospitalar
O descarte correto do lixo hospitalar exige o cumprimento de um fluxo contínuo e monitorado (o chamado Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde – PGRSS).
A operação pode ser resumida nas seguintes etapas obrigatórias:
Segregação na fonte: é a etapa mais crítica. O resíduo deve ser separado no exato momento e local de sua geração (ex: beira do leito, sala de cirurgia, laboratório). Misturar um algodão infectado (grupo A) com uma caixa de papelão (grupo D) transforma toda a caixa em resíduo perigoso, multiplicando os custos de tratamento.
Acondicionamento: utilização dos sacos, lixeiras e caixas de perfurocortantes corretos, respeitando o limite de dois terços (2/3) da capacidade do recipiente para garantir que ele possa ser fechado de forma segura sem risco de estourar.
Identificação: todos os sacos e recipientes devem estar clara e visivelmente identificados com os símbolos de risco correspondentes, nome do setor gerador e data.
Transporte interno: deve ser realizado em horários de menor fluxo de pessoas, em rotas pré-definidas (separadas do fluxo de pacientes limpos e alimentação). A equipe de higienização deve estar munida de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados e utilizar carros funcionais de coleta exclusivos e fechados.
Armazenamento temporário e externo: os sacos recolhidos são levados para abrigos temporários nos andares e, posteriormente, para o abrigo externo do hospital (um local isolado, lavável, ventilado e com acesso restrito), onde aguardam a coleta.
Coleta e disposição final: empresas terceirizadas, rigorosamente licenciadas pelos órgãos ambientais, recolhem os resíduos e dão o tratamento adequado (autoclavagem, incineração ou aterro sanitário especial).
Leia também: Guia profissional de higiene e biossegurança hospitalar
Produtos para o manejo seguro de resíduos
Para que o seu hospital cumpra todas as exigências do PGRSS e da Anvisa, garantindo um ambiente blindado contra contaminações, fornecer ferramentas de alta performance para a sua equipe é imprescindível.
Veja como nossas soluções são decisivas:
Sacos de lixo nas normas corretas
Um saco de lixo hospitalar fácil de romper durante o transporte é o início de um desastre biológico e operacional. Os Sacos para Lixo SuperPro tem fundo reforçado e garantem mais resistência e segurança ao usuário. Isso evita excesso de pressão nas laterais, distribuindo melhor os resíduos dentro do saco. Nosso portfólio atende a toda a complexidade e volume da área de saúde.
Temos o Saco Para Lixo 150L Almofada, que é resistente e reforçado para o recolhimento de resíduos. Essa linha apresenta opções com diferentes resistências: leve 15kg, médio 20kg e reforçado 25kg.
Esses sacos previnem qualquer tipo de vazamento e oferecem tranquilidade total para a equipe que opera na linha de frente da limpeza terminal e concorrente em UTIs e centros cirúrgicos.
Lixeiras de pedal
No ambiente clínico, as mãos salvam vidas, mas também são os principais vetores de transmissão de patógenos. Por esse motivo, é estritamente proibido que as lixeiras de áreas de assistência à saúde tenham acionamento manual. O contato da luva do profissional com a tampa da lixeira inviabiliza a assepsia do ambiente.
Para atender a essa demanda com excelência e padronização visual, indicamos a nossa Lixeira com Pedal Branca 15L, 30L, 50L, 80L ou 100L.
Esta lixeira branca com acionamento da tampa pelo pedal é indicada principalmente para as áreas hospitalar e de restaurantes. Com estrutura robusta e design de fácil higienização, ela garante durabilidade mesmo frente ao uso intensivo de hospitais de grande porte.
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Carros de coleta
O transporte manual de sacos de lixo pesados e potencialmente perigosos pelos corredores de um hospital, além de ser proibido, causa severos danos ergonômicos ao trabalhador e aumenta o risco de contato do resíduo com a farda.
Nossos Carros Funcionais foram desenvolvidos para otimizar a produtividade e eficiência da higienização de diferentes ambientes, e possuem espaços para todo o tipo de equipamento.
O nosso Carro Funcional com Bolsa, por exemplo, conta com uma bolsa com fecho de zíper, capacidade de 60L que facilita a remoção do material. Isso significa que a sua equipe de higienização pode transitar pelas enfermarias transportando os resíduos (com as bolsas devidamente isoladas) ao mesmo tempo em que leva todos os seus químicos e mops, eliminando idas e vindas desnecessárias à sala de utilidades e garantindo que o transporte do lixo seja selado, rápido e invisível aos pacientes.
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Implementar a gestão e o descarte correto de resíduos de saúde é um atestado de respeito à vida humana e ao meio ambiente. Erros nessa etapa custam caro não apenas financeiramente, mas na segurança de todos que circulam pelo seu hospital.
Por isso, contar com um parceiro cuja missão é oferecer uma linha completa de produtos para limpeza e higienização profissional de alto desempenho é o caminho mais seguro para a excelência em facilities.
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Com certeza você conhece alguém que já teve irritação na pele após usar algum produto de limpeza. Esse tipo de reação alérgica é mais comum do que imaginamos. Porém, com o uso dos produtos certos, pode ser evitada.
Mas, afinal, o que é dermatite de contato?
A alergia na pele decorrente do uso de produtos de limpeza muitas vezes é classificada como dermatite de contato, uma inflamação que tem como sintomas: erupção cutânea, coceira, vermelhidão, surgimento de bolhas, dor, aumento da sensibilidade e descamação da pele. E, apesar de não oferecer risco de vida, se não tratada pode causar complicações a longo prazo.
Confira agora quais são os 3 tipos de dermatite de contato:
Dermatite Irritativa: O tipo mais comum de dermatite. Ocorre quando a irritação na pele acontece por ação direta, causando dor e queimação na área afetada – geralmente mãos, dedos e rosto.
Dermatite Alérgica: Ocorre quando determinado alérgeno desencadeia uma reação imunológica, causando, consequentemente, erupção cutânea e bolhas. Neste caso, os alérgenos podem ser ingredientes presentes em alguns itens de limpeza. Daí a importância de sempre ler os rótulos dos produtos antes de comprá-los.
Dermatite Ocupacional: É classificada como dermatite ocupacional as reações desenvolvidas após o contato com agentes nocivos e alérgenos no ambiente de trabalho.
O tratamento da dermatite consiste, primeiramente, na identificação do agente causador, que, no caso dos produtos de limpeza, podem ser detergentes, desinfetantes, desincrustantes, água sanitária, cloro e afins. Na maioria dos casos, uma vez interrompido o contato com essas substâncias químicas, a dermatite tende a reduzir e até mesmo desaparecer. Para um diagnóstico preciso, é imprescindível consultar um médico especialista.
Os pets também podem desenvolver dermatites?
Os animais de estimação não só podem desenvolver dermatites como também podem sofrer por mais tempo, caso o dono demore a notar as alterações na pele do animal, como, por exemplo, prurido, inflamação e manchas. Segundo a médica-veterinária Mariana Caetano Pimentel, muitos produtos de limpeza contêm substâncias químicas corrosivas, ácidas e com um pH muito diferente do pH da pele de cães e gatos, o que causa, consequentemente, uma hipersensibilidade.
Qual a solução?
Para evitar dermatites, bem como outros problemas de saúde, o melhor caminho é trocar os químicos de limpeza por produtos naturais, que não só promovem uma limpeza doméstica eficiente como também garantem o bem-estar dos moradores e pets. Os produtos DF Limpezas, por exemplo, são o modelo ideal de produtos de limpeza hipoalergênicos, feitos com ingredientes naturais e com alto desempenho.